Toda cota de ponto que a Turbo abre passou por uma matriz de seleção antes. Não é feeling — é score. Abrimos os 7 critérios para você usar no seu próprio endereço.
- Fluxo de passagem. Quantos veículos elétricos passam por dia num raio de 500 m. Medido por dados de tráfego e penetração de EVs no CEP.
- Permanência. Quanto tempo o motorista fica parado ali. Define se o ponto pede DC (curto) ou AC (longo).
- Energia disponível. Existe trifásico no local? Precisa de aumento de carga? Isso decide prazo e CAPEX.
- Perfil socioeconômico do CEP. Penetração de carros elétricos correlaciona com renda média da região.
- Concorrência. Densidade de pontos já instalados no entorno — saturação derruba ocupação.
- Custo de instalação. Distância até o quadro, necessidade de obra civil, vala. Cada metro de cabo é R$ na conta.
- Contrato com o local. Estabilidade do contrato de cessão de espaço — pontos sem contrato longo são excluídos.
Critério de exclusão: qualquer endereço que falhe em "energia disponível" ou "contrato com o local" é descartado, por melhor que sejam os outros 5. Não adianta fluxo excelente sem energia para o carregador ou sem segurança jurídica do espaço.
O score final pondera os 7 e só vira cota acima de um corte. É por isso que a Turbo recusa a maioria dos endereços que recebe — e por que os que passam tendem a performar dentro da faixa projetada.